sábado, 10 de setembro de 2011

Mais um... (Alagados)

Mais um pedal...
Um sábado a tarde, agora mais moderno, combinei tudo pela internet e olha o quanto foi bom, saímos apenas em 2. Mas isso de forma alguma foi um problema, pelo contrario, foi muito positivo. Como no fim de semana passado tentamos ir até o Alagados e não conseguimos, fiquei a semana inteira com a ideia na cabeça, a chuva dos dias anteriores me preocupavam, mas hoje ela não veio e a ideia só se fortaleceu.
Marcamos o encontro para as 14:00, e fomos quase que pontuais, saindo as 14:10. Uma parte do caminho de início já me era familiar e ali podemos pedalar um pouco mais rápido, muito mais rápido alias e fizemos média de 18km/h!! Passamos pelo local do fatídico acidente do pneu estourado e sem qualquer problema prosseguimos, com quase 30 minutos de pedal lento e bem descontraído chegamos a primeira ponte. Dali existia um belo mirante natural que nos permitiu uma vista muito bela e agradável. A ponte por onde o trem passa, foi algo novo pra mim e confesso que senti um pouco de medo, mas o visual compensou e muito.
  








Passada a ponte, saímos um pouco da lateral da linha férrea e seguimos caminho pela estradinha lateral, o visual continuou muito belo e ao longo do caminho inúmeras bicas e minas e água por todo canto, deixando bem claro o por que do nome do lugar para onde iríamos.





O legal de estar num lugar desses é que a água nos morros corre sobre pedras e ao bater o sol o morro literalmente brilha, é algo bem bonito de ver.
Poucos metros depois e já longe dos trilhos conseguimos ver a segunda e terceira ponte mas preferimos seguir caminho pela estrada e não pela linha férrea.


 As águas brotavam em todo lugar.


Essa é a terceira e maior das 3 pontes do caminho.

 Depois de uma subida bem forte, pelo menos para os destreinados, como eu e o Renan, podemos ver um cachoeira em uma paisagem que em nada lembra o Brasil dos cartões postais, mas que não deixa de ser bela.

 E finalmente a barragem, agora só era preciso chegar do outro lado, mas o alambrado e arame não sugeriam que isso seria fácil, a alternativa foi voltar um pedaço até onde cruzamos a última vez com estrada de ferro e seguir por ela até o outro lado.





E depois de atravessar tivemos de empurrar as magrelas por alguns metros, ali a linha férrea não tem condições de pedalar, mas logo que se encontra a primeira estrada de terra, o visual é esse:




E depois de ficarmos babando por alguns minutos resolvemos voltar, a ida pela estrada ao lado da linha do trem foi moleza, quase plano perto do que viria pela frente, muita, mas muita subida. Mas mesmo fazendo força não foi uma subida exaustiva pois alo longo do caminho haviam muitas árvores que nos ofereceram sombra sempre que o calor começa a bater forte. Quase 5km depois de inciar a volta, e já com saudades paramos para tomar água e comer e ao olhar pra trás nos deparamos com essa vista.


E dali ainda descemos um pouco, subimos muito e voltamos a linha férrea, ao pedalar um pouco eis que me surpreendo com uma coisa que eu não conhecia, um vagão guindaste levantando outros dois vagões que haviam tombado, tive de tirar foto.



No fim o caminho percorrido contou com quase 35km e bastante diversão, força e belas paisagens que me fizeram pensar que morar em Ponta Grossa talvez não seja assim tão tão ruim. A baixa do dia foi o ciclo que infelizmente rompeu o cabo, agora é correr atras de arrumar ou substituir.