segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Mais um...(Singletrack)

Tarde!!

Sabadão teve pedal em PG. Alguns dias longe, e o pedal na terra em Maringá é bem diferente daqui. Confesso que rolou um pouco de saudade das trilhas mais fechadas, sem tanto estradão, mesmo passando por boas subidas em Maringá, os singletracks são muito legais.
Pedal combinado para as 14h no BV UTFPR, somente para treinar técnica. Ritmo leve, aproveitando pra tentar passar por todos os obstáculos, assim passamos pela manilha, Jd lagoa dourada, trilhos do trem, primeira ponte pro alagados, bosque longo, segunda ponte pro alagados, escadaria, casa de pedra, terceira ponte, subida pela estrada, bosque curto e voltamos pela manilha até o posto. Foram somente 20km, ritmo de 10km/h, mas sofrido. Alguns lugares pedalei com dificuldade, outros eu simplesmente não consegui andar. Faltou perna, fôlego e coragem, e sobrou peso! rs rs
Foi possível sentir bem onde eu tinha perna e não tinha técnica nenhuma pra subir, onde eu não tinha nem perna nem técnica e até onde eu achei que ia conseguir passar e as pernas não corresponderam. Acabei empurrando bastante, mas no fim, as pernas estavam OK. Teria sido bem frustrante fazer um pedal de 20km e chegar em casa muito cansado.


Segue o roteiro do pedal:



E o vídeo, pra provar que o trecho precisa sim de um pouco mais de jeito pra passar do que eu tenho hoje. Mas prometo que um dia eu melhoro.



O bom é que não comprei nenhum terreno.

Grande abraço a todos.

domingo, 30 de agosto de 2015

Mais um....(Volta em Maringá)

Mais uma semana em Maringá,
Mais uma semana parado por burocracia,
Mas, mais uma semana de pedal,
Mais um fim de semana com relato aqui.

Essa semana não foi uma daquelas que a gente se sente completo e realizado, estou tentando um estágio aqui na cidade em que meus pais moram, e não esta nada fácil. Mas enquanto a burocracia não se resolve, a gente vai aproveitando esse tempo pra fazer uns pedais e ir queimando uns bacons que se acumularam no corpinho (que já não é tão "inho" assim também). Girei quarta, quinta e sexta dentro da cidade, aproveitando pra retomar mais o fôlego e acostumar de vez a bunda com o selim novo. Os resultados foram até que bons, andei bem, não senti nenhum cansaço extremo, mas o bumbum doeu nos dois primeiros dias, e o ritmo não foi aquele que eu tanto esperava. Fazer o que!? Engordei! Agora terei que perder e até lá, o rendimento deve melhorar.
Chegou o sábado, dia internacional, mundial e interplanetário e universal, do pedal! Acordei e logo fui pra bike shop de um amigo pra confirmar o evento, voltei em casa, almoço leve e as 15h estava na frente da loja, sem saber roteiro, ritmo, altimetria.....nada! rs rs. E esse gosto de ir pra onde não se conhece, de não saber como vai ser, é muito bom. Saímos e conforme fomos andando fui descobrindo que já tinha feito algumas partes do trecho em outros pedais que fiz por aqui, não tirou o brilho porque ainda assim passei por alguns lugares novos e lugares que eu já conhecia, passei com bem menos dificuldade. Acabei ficando bem feliz nesse quesito.
O pedal seguiu em ritmo tranquilo, nada de correria, o pessoal conversando bastante e brincando mais ainda. Pegamos 3 subidas um pouco  mais fortes, a primeira foi mais longa e nela eu me frustei um pouco por patinar sobre a palha da colheita ao tentar passar uma curva de nível, sendo obrigado a por o pé no chão...queria ter zerado a subida...não foi dessa vez. A segunda, também com varias curvas de nível era mais inclinada mas bem curta, pedalando um pouco em pé, deu pra passar zerado e sem sentir o coração na boca. A terceira já foi na volta, uma serrinha em que já tinha ido assistir uma prova, subida boa, longa, mas toda pedalável. Depois dessa, vieram outras subidas, mas, leves, nada que compense muito a conversa.
Foi gostoso sair passear pela região, e ainda mais com alguns amigos que só vejo quando estou aqui com um pouco mais de tempo.  O vídeo dessa vez é duplo, primeiro tem o meu, depois o vídeo que o Paulo Henrique fez pro grupo deles.

Segue o trajeto:



Vídeo que eu fiz:



Vídeo que o Paulo Henrique fez:


Grande abraço a todos

domingo, 9 de agosto de 2015

Mais um...(Volta Uvaia)

Ontem foi dia de pedal novo pela região de Ponta Grossa. Novo em partes na verdade. Convite feito pelo Fábio, num dos grupos do Whats, fazer um pedal em ritmo de passeio, que segundo ele era um pedal de uma subida só. Encontro as 13:30 no posto BV da Souza Naves.
Saímos de PG as 13:40 pelo asfalto sentido norte do PR e depois sentido Guarapuava até o distrito de Uvaia, já na beira do rio Tibagi. Até ali foi tudo asfalto, ritmo bom, mas ainda leve. Ali entramos pra terra, paramos num posto de saúde pra pegar água, seguimos por uma estrada bem compactada, e sem grandes acelerações do grupo, o pedal foi fluindo bem, bastante conversa no grupo. Deu até pra ver as marcas da enchente que alagou toda a região há quase 1 ano, a água subiu até 1,8m onde estávamos pedalando.A estrada é bem um chapadão, com uma outra colina, na sua maioria, até o local dessa foto ainda não passamos nenhuma grande subida.


Passado esse top, pegamos uma boa descida que terminou num córrego canalizado, logo depois dele existe uma subida bem curtinha (uns 300m, talvez menos) que é mais forte e depois segue subindo por quase 1km, fazendo a gente suar um pouco e chegar lá em cima um pouco ofegante. No alto dessa subida existe uma bifurcação, por um lado, já voltaríamos pra PG, uma subida mais longa e menos inclinada, no outro lado, mais descida, riozinhos pra atravessar e subida mais dura, também aumentando o pedal. Optamos pelo segundo caminho, descemos até o primeiro riozinho, uma subidinha leve depois, ai o segundo riozinho (que corre sobre uma laje de pedra) e ai começou a subida, que bem analisada, foi a única subida do pedal. Dividida em 3 partes, a primeira é mais longa, bastante inclinada e me fez usar todas as marchas do cassete, depois veio uma parte mais plana, um descanso e a terceira parte é uma subida mais leve, curtinha, mas que pelo cansaço acumulado do primeiro trecho, fica bem chatinha de fazer.
Lá no alto já estava o asfalto de volta, a rodovia do norte, e ali iniciamos o retorno, pelo asfalto. O ritmo no asfalto fez o grupo se quebrar um pouco, ms paramos todos no bife em pé pra tomar uma gasosa e comer alguma coisa. Dali o caminho era mais do que bem conhecido pra todos, e foi só chegar em casa.

Segue o trajeto



E o vídeo do pedal





terça-feira, 28 de julho de 2015

Mais um...(Interpraias + Navegantes)

Pra terminar os causos do fim de semana litorâneo, faltam dois dias de pedal ainda, o domingo e a segunda-feira. Então vamos a eles.
O domingo. A sensação era de que alguma parte do passeio ainda estava por ser feita, a parte das subidas de verdade, aquelas que iam fazer as peras arderem, mas que seriam possíveis de pedalar (diferente de pista da Soul, em só apanhamos da mesma). A rota escolhida e parcialmente desconhecida por mim, foi a estrada Interpraias, que é auto-explicativa. Une a região de Balneário Camboriú até Itapema, recortando alguns morros e beirando algumas praias muito bonitas e até um tanto isoladas. 
A saída foi pela ciclovia do calçadão, novamente atravessamos de barco o rio e já na estrada seguimos rumo à Praia das Laranjeiras, duas pequenas subidas já conhecidas (pedal com a fat bike) e uma descida bem gostosa. Quando estávamos fazendo essa descida o bondinho começou a funcionar e a primeira descida do pessoal na tirolesa também, deu pra ouvir bem os gritos da turma. Passamos pelo fim da pista de donwhill e pela estação do bondinho e já encaramos mais uma boa subida, dessas que fazem o coração acelerar sem se estar apaixonado, dessas que as pernas primeiro ardem e depois até incham um pouquinho, dessas que todo mundo reclama, coloquei coroinha e fui subindo, meio me arrastando, mas subindo, findada ela, uma descida leve, passamos pelo mirante, aproveitando o embalo da descida e subimos a pedra rachada (que também já foi visitada aqui no blog) e depois só descemos pra praia.
Nessa praia, que é uma das mais longas desse percurso, existe barzinho, estacionamento e afins, parecendo ser um lugar bem visitado na temporada. Um descanso pras pernas girando o plano e ai veio a subida, que eu considerei ser a pior do caminho todo. Não era lá muito longa, não sei ao certo, mas acredito que tivesse entre 1 e 2km no máximo, porém, segundo o Strava, a inclinação média é na casa dos 15% contra 6% de média da Estrada da Graciosa, ou seja, não é leve. Tanto não é leve que usei todas as minhas marchas e depois de um tanto de subida que não sei dizer quanto foi, fui obrigado a fazer zig-zag pra não acabar pondo o pé no chão. Consegui zerar a subida, mas dei uma leve arregada, o Marcus já subiu ela na manhã, coroinha também, mas foi em linha reta até o topo. Dei uma invejada de leve. kkkkk
Descida de novo, passamos pela entrada da famosa Praia do Pinho e pelo mirante dela também, ainda aproveitando o embalo da descida, depois do mirante uma grande descida e outra praia mais longa, a Praia do Estaleiro.










Fomos pela areia até o fim da praia, areia e mata na verdade (vai dar pra ver no vídeo) e depois voltamos para o asfalto. Outra subida mais puxada, mas bem mais leve que outra, umas curvas pra cá e outras pra lá e descemos para a Praia do Estaleirinho, nessa não havia rua ou calçada na beira-mar, e a areia muito fofa não deixava pedalar, acabamos voltando para o asfalto e ai ficou leve, sem mais nenhuma parede pra subir, o jeito foi para e tomar um caldo de cana bem gelado.
Durante essa degustação percebemos que duas opções nos restaram do que fazer a partir dali, ou voltar para BC, almoçar e fazer um outro pedal, ou repetir o da véspera, indo até Itapema e Meia Praia, optamos pela primeira e dali retornamos, cruzando novamente o túnel e tomando o barco para atravessar o rio. Pouco tempo depois estávamos em casa. Almoço leve, uma pausa rápida pra comida baixar no estômago e perto das 14h a gente já estava em cima das bikes novamente. O destino era Navegantes (de novo, eu sei, mas é legal pedalar pra lá). Saímos pela avenida do fundo da cidade e assim pudemos passar em algumas concessionárias de marcas como a Mercedes-Bens e outras multi marcas, com Porsches e afins expostos. Carros a parte, fomos para a Praia de Cabeçudas e eu tive que parar para uma foto.



Dessa vez passamos direto pelo Molhe de Itajaí e fomos para a Balsa pela ciclovia da Via Gastronômica. A idéia era seguir até um tanto pela beira-mar, mas quando chegamos lá, havia um navio cargueiro enorme sendo rodeado pelos rebocadores, então fomos só um pouquinho pra frente (fazer umas fotos) e já voltamos para ver aquele Shopping flutuante entrando para o porto.




Depois do navio já atracado, conseguimos pegar a balsa de volta, atravessamos Itajai de novo, fizemos a volta pela por Cabeçudas mais uma vez e resolvemos subir o Morro do Morcego de dia, dessa vez. Foi um pouco mais rápido e menos sofrido agora que a gente conseguia ver onde estava pedalando. A descida para a Praia Brava é sempre uma delícia depois de subir o morro, e poder passar direto pela rua e ir parar na areia é melhor ainda.



Pela rua, fomos sentido BC até termos que atravessar o riozinho. Pra nossa sorte, chegamos em tempo de não pegar a maré mais alta ainda e só por isso ainda conseguimos passar pedalando. Ali o rio só encontra o mar quando a maré sobe, é bastante legal de ver. No caminho para BC ainda paramos para o açaí.



Com mais energia e menos fome, só faltava a subida da Rainha pra gente chegar em casa. E descendo ele, pela segunda vez em duas descidas por ali, a bateria da câmera acabou. Ainda bem que era finzinho de pedal e deu pra filmar tudo que era mais importante.

Segue o percurso:



E o vídeo do pedal:




Grande abraço a todos

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Mais um...(Conhecendo mais de Santa Catarina)

Pois bem, no post passado eu havia mencionado um bike park e que esse seria, provavelmente, nosso destino para o sábado. Acordamos realmente com esse plano, pegamos as magrelas, desce elevador e rumamos pela beira-mar até o fim da praia, fizemos o contorno do bondinho e resolvemos não atravessar de barco o rio Camboriú, seguimos para a BR-101.
A BR tem um movimento absurdo de carros, então, tão logo conseguimos entrar em uma das marginais, saímos dela, percorremos um trecho pequeno e logo chegamos ao local. Era cedo ainda, meio frio, e tinha pouca gente, mas já dava pra ver que ia ser animado o dia. Barraca pra registro pra andar na pista, grátis na inauguração, e até bikes para test drive, o Marcus não resistiu e deu uma volta numa speed com freios a disco da Soul. Eu estava curioso com uma Lapierre ful-suspension que estava lá, mas era somente para exposição, fiquei com vontade de testar.





Visto o esquema da barraca, era hora de conhecer a trilha e ver como ia funcionar o dia. A gente foi bastante esperto (ironia aqui) e não começamos pelo início da pista, mas no fim não foi isso que fez diferença. Começamos com um trecho um pouco técnico, bastante úmido e escorregadio. Umas pedras aqui, um toco ali e passamos até que bem, ai atravessamos todo o estacionamento, e começamos a subir, e subimos até onde havia calçamento, dali pra frente a inclinação e o barro não me deixaram mais pedalar, o mesmo aconteceu com o Marcus e com todo mundo que a gente viu passando ali, uns iam mais longe, outros já paravam logo, mas ninguém zerou aquele trecho (pelo menos nós não vimos). Passado esse primeiro top, seguia uma sequência de pequenas descidas com subidas curtas e ingrimes, que em dias secos, acredito não serem problema, mas com o solo encharcado como estava, patinei em todas as subidas, o jeito foi empurrar. Empurra um pouquinho, pedala um pouquinho, fomos fazendo o percurso, algumas ponte bem boladas, rock gardem leve, mais subida e a pista bifurcou - HARD-ATALHO. Optamos por conhecer o hard, estávamos empurrando mesmo. Subimos mais um pouco e ai veio uma grande descida, gostosa de fazer, com cuidado, até que o barro tomou conta, o freio não resolvia e pra não me machucar, desci empurrando e me segurando nas árvores, se não....era tombo na certa. Vencida a descida, e mais um pouquinho de pedal, nova bifurcação, nem pensamos muito - ATALHO. rs rs. Ai uma descida leve e saímos numa estrada, encontramos um dos guias e ele disse que essa última parte difícil que pulamos, na verdade não era difícil, só aumentava a Km da volta. Nem voltamos pra conferir! Por essa estrada em que encontramos o guia, retornamos para a barraca da organização.
Opinião sobra a pista: Muito técnica, até o rapaz que fez a pista disse que caiu e continua caindo, umas pernada de subida bastante forte, o restante, com 3 ou 4 dias de sol, acredito que dê pra andar bem. Com o tanto de chuva que tinha caído dias antes, estava liso demais. Não é uma pista pra passear e ficar o dia, é realmente pra quem treina e quer competir com nível. Valeu a experiência!
Quando terminamos de ver a pista e as bikes, o pessoal da organização os avisou que no mesmo espaço da pista (que também tem pista de kart, paintball e um monte de outras coisas) estava acontecendo um festival de food trucks, e foi ali o nosso almoço. Duas cervejas, dois refris e um hamburger de costela feito na grelha pra cada um. Satisfeitos, sim, cheios não.


Durante esse almoço, chegamos à conclusão que aquela pista não era pra gente, o pedal tinha que continuar pra outro lado, ali iria ser só sofrimento e empurra bike. A saída estava ali do lado o túnel da BR.
Fomos novamente pra BR, na contra-mão (não façam isso - é doidera e da muito medo), e ao sair dele já estávamos no município de Itapema, cruzamos a BR pela passarela e, agora no fluxo correto, seguimos até a entrada da cidade. Assim que pudemos também seguimos para a beira-mar. E ai foi uma sequência de lugares bonitos. Itapema tem ciclovia na beira-mar, e depois que a rua some, você anda um trecho na areia e depois pode voltar pra uma ciclovia que existe entre o calçadão e os prédios, não tem rua por uma boa distância. Atravessamos um riozinho por uma ponte, paramos um pouco pra ver dois cachorros brincando entre a praia e o rio e voltamos a pedalar só pela areia, aproveitando a maré baixa. Mais a frente outro rio, esse não dava pra atravessar, tivemos que contornar.



Do outro lado do rio, seguimos pela areia até o fim da praia. Algumas casas bem legais com fundo direto para o mar, sem nem calçada, fizeram parte do cenário, algumas crianças brincando com cachorros e cachorrinhos, e infelizmente, até alguns pinguins mortos a gente conseguiu ver na areia. Pra compensar essa vista um pouco triste, o fim da praia é simplesmente lindo!






A volta foi basicamente pelo mesmo caminho, areia, rio, areia de novo, calçada a beira-mar e ainda paramos para um açaí! Paramos também pra fazer algumas fotos de lugares que não tinha parado na ida. Deu até pra pegar as patas do gato no parabrisa do carro!








O trecho seguinte foi a BR-101 de novo, no mesmo sentido dos carros, a vista é muito bonita, passamos por um campo de golfe, com algumas manções no entorno e depois algumas pequenas praias quase desapercebidas, e certamente invisíveis para quem passa de carro.



Cruzamos um posto da Polícia Rodoviária, e o túnel novamente, continuamos na BR por mais um tempinho e saímos dela para ir até a barca que nos atravessa para BC. Essa travessia eu já postei aqui, é bem simples, e de graça, e até onde já percebi, bem pouca gente conhece e usa. Depois de atravessar o rio, ainda paramos pra ver algumas maquetes de prédios e outros brinquedinhos que o pessoal deixa exposto por lá.


E voltamos pra casa pela ciclovia do calçadão, com o sol começando a baixar. Foi um pedal mais longo, mas muito gostoso, ritmo de passeio, e aproveitando pra curtir bastante.

Segue o trajeto:


E o vídeo do pedal:



Grande abraço a todos

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Mais um...(BC-Itajaí-Navegantes)

Tenho um amigo que as vezes diz: "Quem tem padrinho, não morre pagão". Tudo bem que que eu não concorde sempre com ele, mas dessa vez a frase caiu como uma luva. Imaginem vocês que estou de férias sem saber ao certo quando retornam minhas aulas, ação correndo na justiça e mesmo assim a data não é certa, é inviável voltar para Maringá pois o retorno das aulas pode acontecer a qualquer segunda-feira, e portanto, estou em Ponta Grossa com o dia "livre". E nessa levada um grande amigo, o Marcus, me chama pra passar o fim de semana em Balneário Camboriú, o que você faria, sabendo que ainda não existe data para volta às aulas? Eu fui passear!
Saímos na sexta-feira pela manhã, chegamos lá perto das 14h, descarregamos o carro e logo saímos pro primeiro pedal, e traçamos uma meta de 200km em 4 dias, mas que não fossem uma paulera, fosse somente pra curtir e talvez conhecer alguns lugares novos, bem passeio. O primeiro destino foi Itajaí, já conhecida, um pedal leve, seguimos pela parte mais interior que liga as duas cidades, paramos em uma bike shop para perguntar dos pedais do sábado e tentar nos enturmar com algum grupo que ali estivesse, não deu lá muito certo, mas pelo menos pudemos contemplar duas camisetas enquadradas na loja, uma de campeão mundial autografada pelo Absalon e outra da equipe Euskatel autografada pela equipe toda, ambas com logos da Orbea. Passamos pela praia de cabeçudas e seguimos até o Molhe de Itajaí onde encontramos um amigo ciclista de Ponta Grossa, depois rumamos para o centro, paramos em outra bike shop e lá ficamos sabendo da inauguração de uma pista em um bike park próximo de BC, estava acertado nosso pedal para o próximo dia. Dali, resolvemos conhecer o outro lado do Molhe, que fica em Navegantes, atravessamos de balça, seguimos pela ciclovia (que alias é muito comum na região e deveria ser exemplo para tantas outras cidades do país) até a beira-mar, um deck bastante grande esta em fase de construção por lá, eu achei bastante legal, o Marcus achou que a vegetação da praia acabou roubando muito a vista da praia em si, mas de qualquer forma é um ponto legal de se conhecer. Rumamos até o farol e fomos contemplados com um por do sol espetacular quando olhávamos para o continente e um rosa absurdamente lindo quando olhávamos para o mar e as nuvens tingidas pelos raios do sol. Foi muito bonito.







Pra voltar o caminho foi basicamente o mesmo, pegamos a balsa, seguimos para Cabeçudas e só então mudamos um pouco, ao invés de ir para a estrada, resolvemos ir para a Praia Brava, só que pra isso precisávamos subir o Morro do Morcego (inclinação de 11% segundo o Strava), no pé do morro passamos por algumas meninas que gritavam um cachorro e ele não obedecia, resolvi chamar pelo mesmo nome que elas, e ele voltou, então desci em direção a elas para que elas pudessem pegá-lo, não sei se elas entenderam que eu estava chamando o cachorro pra longe ou qualquer outra coisa, mas não pareceu que elas ficaram felizes. pelo menos o Marley (um golden) voltou pra casa. Subimos meio no escuro, só eu tinha uma lanterna, passamos por um "serviço" com algumas velas e adendos, no alto do morro e ai uma boa descida até a praia. Lá existe uma rua a beira-mar, mas que termina num rio, tivemos que ir pra areia e atravessar o rio, depois rua de novo, e no finzinho da praia voltamos pra avenida principal. Fizemos o Morro da Rainha e chegamos na ciclovia da beira-mar de BC, ali já estávamos em casa.
Foram os primeiros 34km do fim de semana prologado.

Segue o trajeto:



E o vídeo do pedal:



terça-feira, 14 de julho de 2015

Mais um....(Tacinha + Tempestade)

Sexta-feira!!! Férias!! Tem que rolar pedal, a menos que chova.
É isso que a maioria pensa, e eu também penso assim, mas quando dos seus 15 dias de férias já choveram 8, você nem liga tanto assim, quer mais é sair e se divertir. Melhor ainda se encontrar mais dois doidos pra se meter em furada com você. E olha que dessa vez nem procurei, recebi a proposta pelo whats mesmo. Diego me mandou msg já na quarta-feira perguntando se eu já estaria em PG e se poderia pedalar, a resposta foi positiva. Marcamos para sexta as 14:30. Nisso eu ainda estava em Maringá!
Cheguei em PG na quinta, na sexta o tempo não estava muito bom ,mas resolvemos manter o pedal. Passei na Red Bikes para pegar uma câmara de ar nova e fui para o ponto de encontro. Logo o Diego chegou em um pouco atrasado chegou o Thomas. Já eram quase 15:00 quando saímos e não andamos nem 20min e começou uma chuvinha fina, daquelas que mal molham a estrada, mas o céu mostrava que era só o começo. Subimos toda a estrada velha num ritmo bem tranquilo, conversando bastante, e curtindo a garoa, até chegarmos no Menegatti. Pausa rápida pra água, e já seguimos sentido boqueirão, ali a estrada já estava mais encharcada, com mais pontos de barro, e a chuva apertando, mas ainda não era torrencial. Certo foi que a combinação de chuva e frio, espantou até os cachorros das fazendas que, normalmente, gostam de cuidar carinhosamente do nosso preparo físico. Na passagem por uma das fazendas tentei desviar de uma grande poça seguindo pelo mato, e acabei passando sobre um arame farpado e furando o pneu dianteiro, ai não teve jeito, parados no mato, com chuva e trocando câmara de ar, é o sonho de todo ciclista!! Só que não!
Câmara ok, seguimos passando pela granja  entramos no bosque que leva ao alto do Alagados, ali a chuva já era bem forte, com raios e bastante lama. Ao fim do bosque saímos num descampado, e fomos surpreendidos por uma chuva torrencial, com muito, mas muito vento, que chegava inclinar a bicicleta para os lados. Os pingos de chuva pareciam granizo de entravam até dentro do ouvido pelo vento lateral. Passamos algumas boas poças também e finalmente chegamos na Tacinha. Da Tacinha aos trilhos do trem, por onde voltamos, é uma descida que o pessoal faz muito de moto, no sentido inverso, então valetas são bem comuns, junto com o volume de água que estava descendo, me senti descendo uma corredeira, alguns pontos nem dava pra ver se era um buraco que estava na frente. Alguns pontos são de descida na pedra, com a água que tinha e os freios já acabando, não teve como descer pedalando, desci e empurrei com orgulho!
Já nos trilhos, a volta em tese seria mais fácil, mas a noite chegou, o que já estava escuro piorou, e as poças enormes ficaram mais e mais frequentes, com água até a altura do central algumas vezes. Desviamos de alguns pontos onde se abriram crateras na estrada e seguimos pela estrada assim que passamos pela primeira ponte de ALL. Ali me separei dos companheiros porque o Thomas havia começado sentir câimbras e eu ainda tinha horário para um compromisso. Sai correndo sozinho na frente, vindo pelo centro, quase num contra-relógio (até o trocador da bike acabou dando problema) tomei um banho correndo, fiz a barba, peguei o carro e fui encontrar os amigos no Posto onde começamos o pedal, pra assim trazer o amigo até a casa dele, poupando uma boa subida. Nesse ponto a Namorada já estava comigo (veio em casa me encontrar) e com razão não estava nada feliz (tinha marcado de busca-la as 19, cheguei em casa as 19:20 e ainda pedi pra ela vim me encontrar), mas ainda assim conseguimos chegar no compromisso no horário.
A conclusão é a seguinte:
Valeu a pena, deu tempo de fazer tudo, e que toda vez que saio com o Diego temos algum problema com água no caminho. Até agora foram sempre pedais memoráveis. kkkkkk

Segue o trajeto:

E o vídeo do pedal:



Grande abraço a todos

sábado, 11 de julho de 2015

Mais um...(São Luis + Estrada do Pinguim)

Férias, sua linda, queria tanto ter de usado mais.
Já estão acabando, mas não da muito pra reclamar não. Eu sempre gosto de ter uma história pra contar e essas férias me permitiram fazer isso, embora não fosse esse tipo de história. Calma, que já vai dar pra entender.
Saí de Ponta Grossa com carro carregado e bike na traseira, pronto pra 8 dias de pedais consecutivos em Maringá, sai com sol, cheguei com sol, um pouco preguiçoso e resolvi que não ia pedalar, fui correr a pé no Estádio. N dia seguinte amanhece chovendo, a primeira pergunta da Mãe: "Pra que trazer aquela bicicleta?? Você só vai ficar aqui 8 dias!!" Eu na boa respondi "Mas eu pedalo 8 dias dae!". Ai conhecem a história neh.....praga de mãe pega. Choveu quase todos os dias em que estive lá, aquela chuva chata, que não para um momento, e o frio veio junto pra acabar com qualquer alegria.
Mas....quase todo dia, não é todo dia, então consegui pedalar dois dias, um foi no asfalto dentro da cidade, o outro foi esse que vou relatar aqui.

Em Maringá existem varios grupos de pedal, e eu não familiarizado com nenhum (sendo sincero) porque eu quase não fico por lá. Mas um que eu conheço é o da Sport Bike, no sábado tinha me proposto a sair com eles, mas acompanhando o facebook, descobri que o pedal tinha sido cancelado, peguei a bike mesmo assim e resolvi que iria até Marialva e depois retornaria fazendo também o contorno norte, assim ficaria no asfalto e sempre perto o suficiente pra alguém me biscar caso fosse necessário, sendo assim, segui pela Colombo. No cruzamento com a Av Pedro Taques encontrei um ciclista parado, de MTB e que aparentemente esperava alguém, como sou muito entrão, resolvi parar e conversar, ele sempre pedala com o grupo RED Bikers, e tinha um pedal marcado pra terra, nem pensei duas vezes e me escalei. Esperamos 15 minutos aproximadamente, nesse tempo chegaram mais dois ciclistas que embora estivessem juntos, não pertenciam ao grupo que eu acabara de conhecer. No fim saímos em 7 ciclistas, se não me engano, com destino a São Luis (um distrito de Maringá). Um boa pernada de asfalto até o cidade alta, uma descida muito legal....

In off 1: Essa descida foi onde levei um dos tombos mais feios, sérios, rápidos e por incrível que pareça engraçados da minha vida. No fim dela, existe uma curva pra direita e em seguida uma ponte por sobre um córrego. Eu simplesmente passei reto pela curva e dei um mortal por sobre a bike, quando a roda entrou numa vala no mato, e cai de costas no meio da plantação. Por sorte não me machuquei e segui todo o pedal. Detalhe que isso foi por volta de 2007, a descida ainda não era asfaltada, e ainda assim da um medo passar por la.

Voltando....uma subia pelos loteamentos novos da região e depois, finalmente, a terra. O azar foi que a bateria da câmera zerou justamente quando começou o pedal na terra, mas o bom foi que a estrada é muito compactada, então mesmo tendo chovido bastante, quase não tinha barro, e o pedal rendeu bastante, tanto que até a chegada em São Luis, parecia uma corrida entre a galera....deu pra esquentar as pernas.
De São Luis o pedal seguiu contornando uma serrinha, que em alguns momentos até é bonita, mas sempre pela estrada dos carros, sem um carrerozinho pra gente se divertir mais. Contornada a serra, descemos até a bifurcação que segue para Itambé e depois para Floresta e só ai começamos o retorno pela Estrada do Pinguim, que era basicamente uma única subida até o centro de Maringá. Ok ok, exagero a parte, voltamos subindo bastante e descendo pouco, e algumas subidas eram um pouco mais fortes. Nesse trecho, por um tempo acompanhei um amigo que fechava o grupo, depois revezei com um pessoal mais do meio (desculpa não lembrar os nomes) e logo chegamos no asfalto. Um pouco antes disso, tive que comentar com o pessoal que acho que já era a terceira vez que fazia esse pedal, e que sempre jurava que não faria mais, justamente por essa característica de subir sempre e não ter um trecho que gere mais diversão. Eu sei que aqui em PG tem muito pedal com bastante subida também, mas alterna com trechos de descida ou single tracks que são bastante divertidos. Mas verdade seja dita....quando estiver em Maringá e me convidarem.....eu vou de novo, sempre.
No asfalto teve gente com caimbra e eu fiquei pra acompanhar, o restante foi na frente e pararam em uma pizzaria quando cheguei a pizza chegou logo em seguida. Comemos do lado de fora do restaurante, a noite, molhados de suor e um pouco de barro, num frio absurdo, literalmente batendo queixo, mas rindo muito do pedal que tinhamos concluído.

In off 2: Eu não lembro qual o nome do rapaz, mas quando estávamos saindo da pizzaria um andarilho veio nos pedir algumas moedas e alguém do grupo se prontificou e pagou uma pizza toda para o homem. Achei um ato bastante legal e deixo meus parabéns pela atitude.

Da pizzaria pra casa foi o pior trecho de todas, o frio foi forte e o banho pra esquentar pés e mãos foi bastante quente. Mas eu digo que o pedal foi bastante divertido e espero encontrar todo esse pessoal novamente quando eu estiver andando com um pouco mais de frequência.

Segue o mapa do pedal
     


E o vídeo do pedal


terça-feira, 30 de junho de 2015

Mais um....(mais uma vez a trilha do Fedido)

Até que enfim pude voltar a fazer um pedal na terra. Os últimos tempos foram sombrios quanto a bike, mas a luz no fim do túnel veio. Rolou upgrade na bike, nos equipamentos, na câmera e no Bil, upgrade de peso só! Passei de 88/90 para 99, cheguei aos 101kg e tive que fechar a boca de verdade, se não ia entrar num caminho sem volta.
Na bike a chegada de suspensão nova (rockshocks xc28) + freio a disco + guidão 700mm + caixa de direção nova, fizeram a bike parecer outra totalmente diferente, já havia usado no asfalto para alguns poucos pedais e sentido a diferença, mas agora na terra, foi fantástico. De equipamento, veio camelback novo, que ganhei da linda e querida Amanda, uma mochila da Fox, com bolsos a vontade e 2l de capacidade de água, que caiu como uma luva pras minhas necessidades. Fora isso ainda veio o suporte peitoral para a GoPro, ainda aprendendo os ajustes dele, por isso o vídeo não ficou lá 100%, filmando muito próximo, faltou acertar a inclinação da câmera. uma semana atrás fui correr de Kart, e lá ficou melhor (vou por o vídeo aqui também).

Sobre o pedal então. Estava procurando um passeio que pudesse levar o Mark, já que havia 3 semanas que ele quase não saia de casa. O Stark avisou que iriam fazer o Fedido e depois seguir para o aeroporto e chácara Sozim para comer tilápia. Bem, como queria que o Mark fosse junto, não poderia sair da cidade com ele. Peguei o carro, o cachorro e a bike, coloquei tudo no carro e fomos até o distrito industrial, cheguei lá bem mais cedo do que o pessoal ia sair do parque ambiental, e fui fazendo o pedal no sentido inverso deles, assim, fui até entrada da fazenda modelo, onde fiquei esperando o pessoal. Lógico que nesse meio tempo, o Mark me deu uma super canseira, fazendo tiros de mais de 30km/h em alguns trechos e até pulando nos banhados para se refrescar. Mas também me mostrou o quanto parceiro ele é, toda vez que eu parava, ele pouco depois também parava, logo ali na frente e voltava para ficar comigo. Durante nossa espera, até o trem passou, experiência nova pro meu cachorro, que nunca tinha visto um de tão perto. 
Logo o pessoal voltou e comecei o retorno até o carro. O Mark até que se comportou bem, só vez ou outra que se enfiava entre o pessoal, ia um pouco mais a frente e logo parava pra me esperar. Quando a trilha abriu na estrada de novo, ele fez mais um tiro de 30km/h, mostrando que tem fôlego de sobra pra ir nos pedais com a galera, e logo chegamos no carro de volta. Ai foi hora de guardar o bicho sujo no carro, prender a bike e voltar pra casa. Nem preciso dizer que ele dormiu o resto da tarde e a noite todinha neh!

Segue o vídeo do pedal



E o vídeo do Kart que tinha dito antes


Abraço a todos!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Mais um....(Pedalando com a Fat Bike em BC)

Carnaval passou....
MAs não passou em branco!

Sei que postei aqui fotos e vídeos de pedais com a Fat bike do Marcão, e em Balneário Camboriú. Esse carnaval não foi muito diferente, exceto pela edição do vídeo que acho que ficou um pouco melhor.
Cheguei lá na sexta-feira a noite e debaixo de chuva, isso não deixou o que o primeiro pedal já fosse a noite mesmo. Tive que esperar até o outro dia. Pois bem, chegou o sábado, eu doidinho pra passear com a "gordona" mas acabamos saindo de carro até itajaí pra ir ao mercado do peixe. PEdal, só a noite.
Mas valeu muito a pena. Pedal com a Amanda, indo até o Molhe pelo calçadão, desviando de muita gente, mas curtindo bastante o fato de ela estar pedalando comigo (já fazia um tempo que não andávamos juntos). Ao chegar no fim da ciclovia, começou a chover, buscamos uma sacola pra guardar os celulares e foi ai que resolvi tentar convencer a Amada a voltar pela areia, pra nossa sorte....consegui. Como tinha acabado de chover, a praia ficou deserta, o mar havia subido bastante durante o dia e já estava recuando, então a faixa de areia era enorme, pra felicidade da Amanda, a areia não forma buracos e nem permite pedras soltas. Eu acho que nunca tinha visto ela tão feliz pedalando, foi gratificante poder proporcionar isso pra ela. Pena só foi não ter saído com a gopro. No fim, bastante areia espirrada pelas rodas das bikes. Dúvida??



Domingo saí com o Marcão, as roupas e tênis da Amanda não secaram e por isso ela não quis nos acompanhar. Pegamos a Av Brasil e seguimos sentido Laranjeiras, passamos um pouco da praia, passamos pela pedra rachada e paramos pra uma coca. Dali, voltamos pelo mesmo caminho. Nesse pedal peguei subidas com a Fat, e talvez por não estar preocupado com ritmo, acabei não sofrendo o tanto que esperava e me divertindo o dobro do esperado. Digo e repito que hoje, acho que é a bike mais divertida que eu já andei, fosse mais barata eu trocava a minha. rs rs





Voltando ao apartamento, ainda fui ajudar com o almoço.


Segunda-feira o pedal foi pra Itajaí, Amanda também não pedalou. Fizemos a praia brava, cabeçudas e seguimos pro porto de Itajaí...e praia a tarde!!!


Terça-feira o tênis da Amanda tomou mais um banho, eu e o Marcos fomos pro interior dessa vez, passamos pelo rio, e voltamos por uma parte do caminho do Audax. Durante o trajeto, encontramos alguns "carrinhos" divertidos, e um baita carrão. Já no calçadão, passamos pela Amanda e o Neri, aproveitei pra filmar um pouco de como a fat anda na areia.





Ai rolou almoço e já era hora de pendurar as bikes e ir embora.


Segue o vídeo dos quatro dias de pedal.



E as rotas dos 3 primeiros dias de pedal







Grande abraço a todos