sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Mais um... (Tombo)

Boa noite,
É gente começou as férias em Maringá e logo já me acidentei. Graças a Deus nada de grave me ocorreu fora a pancada e alguns hematomas. Mas vamos ao relato do ocorrido.


A imagem acima talvez já dê a pista que a maioria precisa pra saber o que aconteceu.


Mais uma pista....

Ta bom, foi a última. Vamos as fatos: 
Eram 17:30 de quinta-feira, saí de casa com destino a uma bike shop com intenção de regular as marchas da bike, porém devido ao tempo para fechar a loja e ao fato de ter acabado de chegar da casa de um amigo, nem passei em casa, iria sem capacete ou qualquer item de proteção. Pedalei mais ou menos 150 metros até a primeira esquina e pouca coisa depois eis que me surge uma porta no caminho. Sem tempo de frear ou tirar toda a bike da rota de colisão a pancada foi inevitável, guidão acertou a porta e logo depois o meu peito.


Por sorte, ao invés de ir para dentro do carro, cai para o lado de fora, e mais sorte ainda não ter um outro carro passando naquele justo instante. Parei no meio do asfalto quase sentado e com um bocado de dor. Reação imediata foi levar as mãos a cabeça e foi com muita alegria que não encontrei nenhum ponto doloroso, não sei como mas não bati cabeça nem ralei as mãos. Com as pernas tremendo ainda, me retirei para a calçada e recolhi a bike do meio da rua, nisso a dona do carro já veio conversar.


Para meu alívio a moça já se ofereceu para me levar em algum médico, prestando assim todo o socorro que ela podia. Como não sentia nada além de dores da pancada mesmo, falei a ela que não era preciso. Nesse momento dei uma olhada na porta do carro e constatei o estrago, que foi bem grande por sinal, a porta simplesmente não fechou mais. Depois perguntei a ela se não tinha olhado no retrovisor, ela disse que sim, mas que não havia me visto e por isso abriu a porta, sinceramente eu acredito que ela tenha me visto mas não soube calcular a velocidade com que eu me aproximava e por isso teve confiança de abrir a porta, mas isso não vai mudar o fato. Fiquei mais aliviado quando ela passou o telefone de contado e se prontificou a pagar os danos que para mim, felizmente, se limitaram a um aro empenado, um ralado no banco e uma pomada anti-inflamatória. Mas depois dessa, podem ter certeza que nunca mais saio de casa sem o tal do capacete, nem pra ir comprar pão.
Aos que estão preocupados, relaxem, tive algumas escoriações mas já estou bem. Amanhã já pego a bicicleta de volta e se o joelho não reclamar, já dou umas voltas a tarde.
As fotos ficam para uma reflexão aos amigos ciclistas e não ciclistas também.

Abraços