domingo, 20 de outubro de 2013

Mais um....(Maracanãzinho)

Bom dia!!!

Fim de semana chegou e não podia passar sem pedal. De novo com o pessoal do ATTACK, via internet, foi marcado um pedal para uma volta no Alagados, como um dos últimos pedais eu havia feito a volta curta do Alagados, dessa vez fizemos a volta completa, ainda não é a longa, mas é bem maior que a anterior, dessa vez passaríamos pelo fundo da represa.
Encontro marcado para as 13:00, saída as 13:30, mas só conseguimos sair as 13:50, sempre atrasa um pouquinho né? E dessa vez, algumas coisas diferentes, o Stark sem bike (problemas no joelho), foi de Pop (porque segundo ele, se precisasse, da pra passar ela por cima das cerca nas fazendas) e o Piruca que foi conosco com sua bike motorizada. Duas novidades pro nosso pedal.


E logo saindo, já a primeira parada, pois o Vinicius nos esperava, já mais na frente, com um pneu furado. Como ele estava sem câmara reserva e a câmara tinha feito 3 furos, ele não chegou no ponto de encontro. Usamos uma câmara das nossas, e tocamos o pedal.
Fizemos a subida até o Menegatti pela estrada velha, depois entremos em Carambeí e seguimos por uma estrada meio asfalto meio terra. Nessa hora eu e o Hegler íamos puxando o grupo, quando o Hegler abriu 200 metros de mim, nisso o Stark passou com a motinha e deu vácuo pro Hegler (risos)  e eu ali a 200 metros deles, ficando pra trás! Frustrante! (risos) Dali um pouquinho uma pequena pausa pra reagrupar o grupo.


Andamos mais um pouco por essa estrada e chegamos numa bifurcação. Esquerda ia pra Catanduvas, pra direita ia pro Alagados, e fomos para o Alagados. Nessa altura o pessoal já começava demonstrar algum desgaste, então paramos num butequinho pra tomar uma coca.



Depois do buteco, uma super descida até o fundo do Alagados, a vista dali é muito bonita, e eu não conhecia ainda. Valeu foto, valeu vídeo, valeu parar pra admirar.


Na hora de sair dali, uma pequena avaria na bike do Nilson. Fiquei ali ajudando ele, e então ficamos só eu e ele pedalando uma parte do caminho. Com direito a subida, a vista da represa, e a uma descida muito legal. No fim da descida o pessoal estava esperando a gente numa pequena ponte. o Nilson veio embalado da descida e quase não conseguiu parar. Deixou uma marca de pneu que ocupou quase todo o comprimento da ponte.



Dali ainda fizemos mais algumas subidas todos juntos, quando a bike do Nilson resolveu voltar a reclamar, paramos na entrada de uma trilha. Depois da bike arrumada, o grupo se dividiu em dois, uma parte seguiu para a Ponte Preta e fez o retorno pelos trilhos do trem, o outro, seguiu pela estrada normal. Eu fiquei no segundo grupo. Passei por mais alguns lugares que eu ainda não conhecia, algumas subidas, e as pernas cansando já. Mas firme e e não tão forte assim, fomos subindo até a entrada pro São Jorge. Na entrada rolou aquela conversa "descemos pra comer pastel, ou tocamos direto?", optamos por tocar direto e encarar um poeirão sem fim dos carros dos domingueiros que iam pro Alagados ou voltavam de lá. Trégua? só quando paramos pra consertar o pneu do PC que furou depois de bater numa pedra. Nessa altura, era rosto vermelho de poeira, bike imunda e até os dentes eu consegui sujar! (Segundo o PC, porque eu não vi nada disso)
Mais um pouco de poeira, um carro caído na valeta sendo rebocado, um quase tombo, e finalmente o asfalto de volta. Quando chegamos no asfalto nos separamos e eu fiz o meu caminho pra casa sozinho.
No fim do dia foram 72km, com média de 20,6km/h e dois pneus furados.

Segue o vídeo!



E o trajeto feito com o Strava!



Grande abraço a todos!!!