quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Mais um...(Aprendendo a nadar)

Bom dia,

Prometi que ia ter atualização com mais frequência agora que entrei de férias, e vou cumprir. Ontem já sai de novo pra um pedal, e foi diferente. Não foi a primeira vez que pedalei por trilhas a noite, mas foi a primeira vez usando uma boa lanterna e os óculos de lentes amarelas. Assim, posso dizer que curti muito, muito mesmo, e vou fazer isso mais vezes.
Marcamos de nos encontrar no famoso posto BV na saída pra UTFPR as 19:30, cheguei lá faltando 5 minutos e nada, nenhuma bike lá. Fui tirando a bike do carro, calçando sapatilha e o povo chegou. 19:40 a gente já estava pedalando.


Mas peal que é pra render história, as coisas já começam bem cedo. Nem saímos da estrada dos motéis e já pneu furado, do Vinícius! Paramos na porta de um motel e bora trocar a câmara!! Nisso saiu um carro conhecido lá de dentro, o pessoal chamou e o cara só fez acelerar. hauahauahauahua



Então entramos na estrada velha pra Castro, subindo até o Menegatti. Chegando lá, o movimento central da minha bike abriu o bico. Começou um rangido estranho de metal raspando, pensei até em voltar dali, mas com um pouco de óleo que o pessoal tinha, o barulho diminuiu bem e resolvi terminar o trecho. Já tinha escurecido e o povo tudo comprando comida e afins pro resto do caminho.


Então finalmente consegui testar a eficiência da nova lanterna. E gostei, o resto do pedal era no escuro, e as vezes mais escuro. E mais rápido também, mas só quando os cachorros das fazendas vinham atrás da gente.






Então chegamos no alto do Alagados, depois Tacinha e descemos pro trilho do trem. Uma descida bem legal de fazer, que eu ainda não tinha feito por esse caminho, de noite então, ficou bem mais divertido.



Mal saímos da descida e o Vinícius teve uma boa crise se Câimbras, deu até dó de ver o pia com a perna travada. Só que não! hauahauahauaha Um pouco de alongamento e um tóxicos e o piá já estava bom pra pedalar de novo.


Mas como diz o ditado, se aqui se faz, aqui se paga, o próximo motivo de gargalhada da galera fui eu. Depois de descermos até o rio e fazer toda a subida até a primeira ponte, num planão, me perdi numa curva e levei um belo tombo. Mas não foi qualquer tombo, fui cair dentro de uma poça de água suja, e das fundas ainda, consegui molhar o corpo inteiro de uma vez só. O tombo em si ninguém viu, mas a galera disse que o barulho foi bem divertido. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Vejam pelas fotos se o pessoal riu pouco do capote!




Dali pra frente eu perdi a moral pra comentar qualquer coisa, rs rs. Ó pessoal foi tirando sarro até eu pegar o carro, não teve jeito, e na verdade foi até bem divertido.
Mas seguindo o caminho, chegamos na vilinha e resolvemos atravessar de novo a pinguela que vai pra casa do Nilson.



Depois de passar o riozinho tem uma subida das bem inclinadas, e nessa altura, eu com o corpo frio subi empurrando. Mas não fui o único.
Lá em cima, o trem estava no caminho, mas ao invés de fazer a volta, dessa vez a gente pulou entre os vagões mesmo. Pedal com obstáculos segundo o Nilson.




Dali até o carro foi tranquilo, só asfalto! Chegamos no carro as 23:00 em ponto. Foi só pendurar a bike e voltar pra casa. Nem tão cansado, mas louco pra tomar um banho e tirar aquela água suja do corpo. 
Segue o roteiro no Strava!!
  


Grande Abraço a Todos

ps: crédito das fotos ao Nilson Carvalhais e sua nova câmera.