segunda-feira, 30 de junho de 2014

Mais um....(Relato 1 semana de férias)

Boa tarde!

Finalmente férias! 
E como é bom ficar um tempo sem prazos, sem fazer nada e  sem compromissos. (quase isso, porque agora o Mark me exige um pouco de dedicação) Mas quem é Mark? calma, não é meu filho, embora seja quase isso. É o cachorrinho que ganhei, ainda é filhote, mas assim que crescer vai aprender e vai pros passeios comigo.


Bem, as férias começaram um pouco antes do Mark chegar, e já havia feito um pedal lá em Ponta Grossa, que não coloquei aqui pro pessoal ver. Fomos eu, o Guilherme e o Vinícius fazer a volta da Tacinha passando pela subida de pedra. Devia ser a terceira ou quarta vez que passo por ali e ainda não consigo subir aquele lugar. Não sei se falta mais perna ou mais técnica, mas certamente falta muito dos dois. O Gui fez uma foto bem legal, ainda no meio da subida. Eu e o Vinícius empurrando as magrelas morro acima.


E fiz um vídeozinho durante o pedal



Nesse o Strava não funcionou, então acabei ficando sem o percurso pra mostrar, mas aqui no blog tem ralato desse caminho já, tanto indo quanto vindo, e os vídeos são bem legais. Vale a pena ver aqui e aqui.

Depois desse passeio, vim para Maringá, cheguei no domingo, tirei o dia pra arrumar as coisas, a segunda-feira não fui pedalar antes do jogo do Brasil, e depois do jogo achei arriscado girar na cidade por conta dos "amigos" beberrões.
Terça-feira! Mandei uma mensagem no face do pessoal do Pedais da Liberdade perguntando dos horários, e já tinha um grupo pra sair na terça mesmo as 19:30. O Beer Bike que se reúne na ATI do Parque do Ingá. Cheguei um pouco mais cedo e fiz umas voltinhas no parque pra ir aquecendo, nesse tempo saiu também da ATI o pedal do Pastel, mais gente, só que mais tranquilo também, e só asfalto. Eu queria era ir pra terra, então me juntei com o pessoal que ia pra trilha noturna. Ficamos esperando o Adriano, que logo apareceu com um problema de freio. Seria a primeira das duas proezas do pedal. Freio à disco, hidráulico, arrumado com pedaço de arame! Já soa estranho o suficiente, mas depois teve coisa pior.






Pra lá da metade do pedal, um amigo estourou o pneu. Estourou mesmo, desses que não mais o que ser feito. O jeito foi apelar pro manchão, mas esse também não ficou 100%, dai só restou uma alternativa. Vejam ai qual foi!!



Parece mentira, mas não é! Câmara de ar amarrada em volta do pneu, e por incrível que pareça, foi o suficiente pra poder chegar no civilização.




Nesse dia o trajeto foi de ida quase até Floriano, passando por trás do aeroporto de Maringá. Pedal que eu já fiz uma vez. O Strava não funcionou de novo, o que me deixou bastante bravo por não conseguir registar o trajeto e a altimetria pra comparar com os pedais de Ponta Grossa.

A quarta e a quinta-feira ficaram reservados para giro no parque e no planão, só asfalto, sem grandes coisas. Fica o registro do Strava que finalmente funcionou!

   





A sexta-feira usei de descanso e aproveitei pra tentar ensinar algo pro Mark, além de me informar de pedal pro sábado. Acabei com 3 opções de pedal. E mais por questão de horário optei pelo pedal que saiu as 7h lá da Catedral. Pedal forte, que colocou as fotos no face com o álbum com o seguinte nome "Pedal Bruto, Trem das 7:00h". Acho que daí pra frente não preciso dizer muita coisa.


Saímos pela Cocamar e cruzamos a rodovia pela Passarela da Moda, ali um amigo quase levou um tombo, porque é uma rampa de metal e as zeladoras estavam lavando. Uma emoção a mais na subida, pra descer já estava tudo seco, então, sem sustos.
Dali seguimos pela estrada do Pinguim, um caminho bem gostoso de fazer, que na verdade é parte de uma das primeiras trilhas que eu já fiz. Eu lembrava muito pouco de vários trechos, e foi gostoso passar por lá. Tenho uma foto bem velha de lá, com meu irmão!


E fomos em frente até eu perder a noção de onde eu estava. kkkkk
Mas o caminho é muito legal de fazer, e os meninos fizeram algumas fotos. Depois de descer bastante, me disseram que chegamos no ponto mais baixo do percurso.



Ou seja, dali pra frente o caminho era subindo. E subi relativamente bem, pra quem estava parado há algum tempo. Sofri, não nego, mas fui bem até. Os pedais aqui são bem diferentes de PG, não tem nada de trilha, é só estradão o tempo todo. tudo bem que subimos uns morrinhos e tinha até umas vistas bacanas, dava pra ver bem longe, mas senti falta de um trechinho de trilha que fosse. Passamos alguns morros e do 5 que estávamos eu era sempre o último ou penúltimo a passar, porém não estava extremamente desgastado. Com cerca de 10km chegamos em São Luiz.







Tomei água, respirei um pouco, e já saímos de novo. Pegamos mais algumas subidas, duas foram particularmente chatas de fazer, e confesso que em uma cheguei a parar uns 2 minutinhos pra tomar folego. Usei a coroinha sem dó!! Não sei ainda se penei por conta das subidas, se foi falta de preparo ou se o fato de ter muitas curvas de nível no caminho me minou as forças, mas eu penei um tantinho nesse finzinho de pedal.
Finalmente chegamos num cafezal. A boa notícia é que eu sabia onde estava, a má notícia é que eu também sabia que ainda havia uma boa subida do outro lado. Pro pessoal de PG, é mais ou menos com a subida da Ronda. Mas....não tinha outro jeito que não descer tudo, pra subir do outro lado. Acontece que não dava pra sair sem antes puxarem uma cantoria usando a mangueira do camelback como microfone. Cena épica, que com certeza vou plagiar em PG!


Feita toda a descida, subi do outro lado feito uma tartaruga, mas subi. Nessa hora as pernas já reclamavam um tantinho. E chegando lá em cima, percebemos que faltavam 2 pessoas, voltamos pra ver o que tinha acontecido e eis que.....


 Furou!
Nada grave. Só remendo e voltamos ao pedal, aliás, fim do pedal.
Já era asfalto e somente saímos ali do bairro e cada um pegou seu caminho pra casa.
Fiz um vídeo, curtinho também, do começo do pedal e parte da Estrada do Pinguim, depois disso tive que parar de filmar pra não atrasar o pessoal. Eu ia acabar sobrando, mais feio ainda do que sobrei.



E segue o roteiro!



E é isso!

No mais, queria agradecer o pessoal de todos esses pedais, pela paciência de me esperar quando foi preciso e pela atenção que tiveram comigo. Outra coisa é que eu sou bem ruim pra guardar nomes, e como não lembrei o nome de todo mundo optei por não citar nomes na postagem. Se alguém puder, depois, me dizer quem são todas as pessoas dos pedais, eu ficaria feliz de agradecer cada um separadamente.

Grande Abraço

Ps: Gostaria de dar crédito aos fotógrafos, mas não lembro o nome deles.